segunda-feira, dezembro 20, 2004

Cá estamos

É fácil perceber que se está na Póvoa quando se vai aos correios e se ouve as gentes poveiras. Se se passa algum tempo sentado à espera na fila, qualquer pequeno pretexto serve para começar uma fútil conversa, para mandar umas carecterísticas e saborosas 'bocas', para saudar o próximo. Tudo com o sotaque que tão bem nos caracteriza.

4 Comentários:

Blogger Catritas disse...

Curiosos são os caminhos do regresso...começas pelos correios, esse lugar que nos serve e nos permite comunicar com o exterior ou com aquilo que temporariamente abandonamos.

1:54 da tarde  
Blogger Fred disse...

Apenas as cicunstâncias me levaram aos correios, esse local pleno de simbolismo. Já regressei há uns dias. Ainda não me sinto em casa sem uma pequena tertúlia, com ou sem baixos.

4:02 da tarde  
Blogger BeanSprouts disse...

Não te sentes em casa? Afinal não sou só eu.É bom estar aqui, mas não consigo estar completamente em casa. Tudo é estranho : a casa, as ruas, os amigos e até a família. Depois, quando já estou a começar a habituar-me , é tempo de fazer malas e dizer adeus por mais uns tempos.

3:34 da tarde  
Blogger Fred disse...

Quando a ausência é pontual, e passamos 3 meses da nossa vida fora, o regresso sabe um pouco como quando se volta para o fim-de-semana. Com a diferença que falta um grande bloco de memória e que as pessoas estão com uma vontade de reencontro enorme. Embora os primeiros dias sejam, sim, de estranheza e readaptação.

4:11 da tarde  

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